quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Correção para o Tulio: o cybberbulying



Túlio

O texto tem qualidade. Também porque agrada às competências exigidas pelo ENEM.
O uso do periférico, a menção ao filme, tudo é encantador e organizado, inclusive, a sua articulação com o  intertexto. Parece ter se tornado hábil nisso.
No entanto, pondero que há (poucas!) expressões inadequadas, tente refazê-las. 


           Cabeças afetadas

 ( O título é criativo, mas teria ficado melhor, se nele houvesse a presença de elemento ligado ao mundo virtual. Tente melhorar, busque algo parecido com ‘opressão na ponta dos dedos’, ou ‘garras virtuais’ (rs) , não exato isso, juro que tentei! Ficou ruim o que acabo de criar velozmente, mas que lhe sirva de amostra do que devemos tentar para encontrar um bom título. Ele impressiona o corretor)

       Dirigido por Charles Binamé, o filme “Bullying Virtual” retrata a história de uma garota – cujo nome é Taylor – que, após ganhar de aniversário um laptop de sua mãe, passa a ser vítima de agressões nas redes sociais. Inspirado em fatos reais, ilustra bem o que ocorre com crianças e adolescentes – cuja realidade se entrelaça com o mundo virtual – e revela que o cyberbullying é um tipo de violência bastante complexo e pode ser tão trágico quanto qualquer outro exemplo de agressão.

     Sua complexidade se deve ao fato de ser uma violência que pode ser praticada em cabal anonimato – o que dificulta muito a identificação dos agressores. Essa situação fica clara no filme quando é mostrado que,  por trás dos agressores de Taylor, estava a sua melhor amiga, Samantha, a qual utilizava uma conta falsa – intitulada de “James” – para poder caluniar a protagonista.

     Não só o anonimato, mas o aspecto psicológico também é uma questão que deve ser destacada nesse comportamento virtual. Depois de sofrer muitas perseguições, o adolescente – que ficam, assim, completamente alheios ao que de fato ocorre. Nesse sentido, sem apoio externo, o  lado psicológico do jovem é cada vez mais abalado, o que pode levá-lo, em casos extremos, ao suicídio – o qual é duas vezes mais presente em vítimas de cyberbullying, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Swansea, no Reino Unido.

     Portanto, medidas são necessárias para combater o impasse. Torna-se imperativo que o ministério da Educação (MEC), juntamente com equipes pedagógicas, crie programas em escolas os quais deixem evidentes a importância de se reportar a agressão para provedores de Internet, que detêm a capacidade de apagar contas do agressor das mídias virtuais e, assim, dificultar a prática do cyberbullying.  Além do mais, cabe ao mesmo órgão oferecer assistência psicológica às vítimas, que possuem a saúde mental bastante debilitada ( só se deve oferecer ajuda as vítimas que possuem SEMPRE saúde mental bastante debilitada? Reflita sobre o que construiu e organize melhor). Dessa forma, o Brasil poderá combater o cyberbullying de forma eficiente e evitar que os jovens se deparem com situações complicadas tais como as enfrentadas por Taylor, no filme.













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