terça-feira, 4 de setembro de 2018

Victor usava citações de modo exagerado. Mas neste texto sobre a solidão nas redes sociais conseguiu ser direto.



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Gostei do trabalho, Victor. Agora conseguiu defender bem a tese. Perceba que conseguiu colocar um intertexto ( Bauman), não exagerou nisso. E fez bem. É claro que usar citações é procedimento bem-vindo. Mas antes delas, o fundamental é a organização do texto e a clareza.
Continue assim. Conseguiu chegar ao ponto, parabéns.



Solitários e doentes

A solidão é fruto de uma contradição na sociedade moderna. De um lado, os contatos entre as pessoas por meio das redes sociais são corriqueiros e frequentes; por outro, uma grande parte da população se sente totalmente sozinha e deslocada. Com cada vez mais pessoas solitárias em uma sociedade líquida, o número de depressivos e suicidas nunca fora tão alto. As redes sociais, portanto, promovem uma elevada “integração” entre a sociedade. Porém, a quantidade dessas relações não se traduz na qualidade delas.

Como descrito pelo sociólogo Zygmunt Baumann, as relações humanas atuais são líquidas. Essa volubilidade promove uma fraqueza nas interações sociais, uma vez que elas podem ser sempre substituíveis. Como, por exemplo, no Tinder - rede social para encontros amorosos -, as pessoas são dispostas em um “cardápio”, no qual o movimento do dedo para a direita significa “sim” para um encontro, já, o (‘o’ está certo mas cria uma expressão meio ‘engessada’. Pode tirá-la, Victor!) para a esquerda, “não”. Como visto nessa alta disponibilidade de relações, as pessoas sempre sentem têm à disposição (em azul: sugestão minha) com opções infinitas para se relacionarem, nem sempre querendo (não generalize o que se passa em situação subjetiva, melhor ponderar) não querendo , dessa forma, criarem laços afetivos firmes.

Esses laços frágeis agravados pelas redes sociais corroboram para um sentimento cada vez maior de solidão. E, em consequência a desse isolamento, o número de ansiolíticos, de antidepressivos e de calmantes nunca, de acordo com estatísticas de institutos de saúde, (é preciso dar reforço concreto. Se pudesse colocar um instituto, o nome dele, teria sido mais exato, Victor)  fora foi tão alto. As pessoas ( ou indivíduos. Cuidado para não reproduzir a palavra ‘pessoas’. Ela costuma ‘viciar’ os redatores)  parecem tentar suportar uma nova realidade imposta pela liquidez das relações. Ao sentirem-se sozinhas, não veem uma saída mais satisfatória( sugestão) para uma maior integração junto aos outros. Afinal, as mudanças nas relações sociais são sistêmicas. Assim, as redes sociais crescem; ( o ponto e vírgula resolve bem a segmentação de orações ligadas pela conjunção ‘e’ quando os sujeitos delas são distintos. A vírgula também é boa) e as pessoas sentem-se solitárias e doentes.

Na sociedade líquida, as relações entre as pessoas são frágeis. A alta disponibilidade de novos laços, provenientesss ( olhe a concordância nominal, rapaz!) das redes sociais, não promove vínculos firmes e duradouros. Assim, a sociedade sente-se, cada vez mais solitária, o que ocasiona um maior número de doenças ligados à ( não há crase antes de pronome demonstrativo, excetuando-se o aquele, aquela, aquilo, etc) esta condição. Portanto, a quantidadede relações, advindas de uma sociedade hiper-conectada pelas redes sociais não promove a qualidade destes vínculos.


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