
Gostei do
trabalho, Victor. Agora conseguiu defender bem a tese. Perceba que conseguiu
colocar um intertexto ( Bauman), não exagerou nisso. E fez bem. É claro que
usar citações é procedimento bem-vindo. Mas antes delas, o fundamental é a
organização do texto e a clareza.
Continue assim.
Conseguiu chegar ao ponto, parabéns.
Solitários
e doentes
A
solidão é fruto de uma contradição na sociedade moderna. De um lado, os
contatos entre as pessoas por meio das redes sociais são corriqueiros e
frequentes; por outro, uma grande parte da população se sente totalmente sozinha
e deslocada. Com cada vez mais pessoas solitárias em uma sociedade líquida, o
número de depressivos e suicidas nunca fora tão alto. As redes sociais,
portanto, promovem uma elevada “integração” entre a sociedade. Porém, a
quantidade dessas relações não se traduz na qualidade delas.
Como
descrito pelo sociólogo Zygmunt Baumann, as relações humanas atuais são
líquidas. Essa volubilidade promove uma fraqueza nas interações sociais,
uma vez que elas podem ser sempre substituíveis. Como, por exemplo, no Tinder -
rede social para encontros amorosos -, as pessoas são dispostas em um
“cardápio”, no qual o movimento do dedo para a direita significa “sim” para um
encontro, já, o (‘o’ está certo mas cria uma expressão meio ‘engessada’.
Pode tirá-la,
Victor!) para a esquerda, “não”. Como visto nessa alta
disponibilidade de relações, as pessoas sempre sentem têm à disposição (em azul:
sugestão minha) com opções infinitas para se relacionarem, nem sempre
querendo (não generalize o que se passa em situação subjetiva,
melhor ponderar) não querendo , dessa forma, criarem
laços afetivos firmes.
Esses
laços frágeis agravados pelas redes sociais corroboram para um sentimento cada
vez maior de solidão. E, em consequência a desse isolamento, o número de
ansiolíticos, de antidepressivos e de calmantes nunca, de acordo com estatísticas
de institutos de saúde, (é preciso dar reforço concreto. Se pudesse colocar um
instituto, o nome dele, teria sido mais exato, Victor) fora foi tão alto. As pessoas ( ou
indivíduos. Cuidado para não reproduzir a palavra ‘pessoas’. Ela costuma ‘viciar’
os redatores) parecem tentar
suportar uma nova realidade imposta pela liquidez das relações. Ao sentirem-se
sozinhas, não veem uma saída mais satisfatória( sugestão) para uma maior integração junto
aos outros. Afinal, as mudanças nas relações sociais são sistêmicas. Assim, as
redes sociais crescem;
( o ponto e
vírgula resolve bem a segmentação de orações ligadas pela conjunção ‘e’ quando
os sujeitos delas são distintos. A vírgula também é boa) e as
pessoas sentem-se solitárias e doentes.
Na
sociedade líquida, as relações entre as pessoas são frágeis. A alta
disponibilidade de novos laços, provenientesss ( olhe a concordância nominal, rapaz!) das
redes sociais, não promove vínculos firmes e duradouros. Assim, a sociedade
sente-se, cada vez mais solitária, o que ocasiona um maior número de doenças
ligados à ( não há crase antes de pronome demonstrativo, excetuando-se o aquele,
aquela, aquilo, etc) esta condição. Portanto, a quantidadede
relações, advindas de uma sociedade hiper-conectada pelas redes sociais não
promove a qualidade destes vínculos.
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