* p meus alunos ( hoje dia 20 de agostoooo)
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Túlio
Leia melhor a coletânea
cujo recorte temático era o desperdício na mesa do consumidor. Digo que não
errou ao tratar a questão dos caminhões como causa do desperdício de alimentos;
mas o recorte temático que eu havia
feito era o desperdício cultural, ou
seja, o comportamento da população. Pense no ato de jogar no lixo as sobras de
uma refeição.
Coloquei textos que
indicavam a necessidade de o consumidor
mudar o hábito cultural de desperdiçar comida. A proposta de intervenção
deveria partir da transformação dessa cultura do desperdício que, no Brasil, é
acentuada. Há a mentalidade de que os recursos são inesgotáveis, Túlio.
Eu havia colocado o site do
SESC que ensinava a aproveitar restos que haviam ficado na geladeira e deles
fazer pratos novos.
A sua dissertação não ficou
errada; mas não saiu a contento.
Você escreve bem, costuma
escrever bem. Mas acho que desta vez deve ter-se entusiasmado com o tema,
pensou: “ Sei bastante a respeito dele”. E assim talvez tenha disparado a
escrever. Foi isso? Estou tentando adivinhar.
De qualquer forma, coloco
outra vez a sua redação como modelo. Não fique bravo. É que seu texto é bom
mas, tanto neste quanto naquele outro, o seu equívoco ajuda a compreender o
quanto, mesmo sendo bons na escrita, podemos errar.
O erro é um acerto futuro. Obrigada
por deixar compartilhar.
leia a proposta
http://conteudosdaredacaodovestibular.blogspot.com/2018/08/proposta-estilo-enem-os-custos-da-perda.html
Negligência durante o seu transporte,
armazenamento incorreto, descartes desnecessários: tais são alguns dos
problemas por que ( ou pelos
quais) o alimento
passa, desde o seu plantio até estar na mesa do consumidor. (O descarte também se dá
na mesa do consumidor. Não vamos nos esquecer disso. Mas fica assim, tudo bem,
Túlio!) Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação
e a Agricultura), esses
fatores têm sido um ( ou uns? São vários) dos
grandes responsáveis para que cerca de um terço de toda a comida do mundo seja desperdiçada.
Nesse sentido, além de permanecerem como entraves para o combate à fome
mundial, eles têm
também incitado o homem (a utilizar mais
irracionalmente os recursos naturais, o qual ( Escolha palavras
mais concretas. Em vez de dizer USAR IRRACIONALMENTE PREFIRA DESIGNAR O QUE
EXATO O HOMEM TEM FEITO) ....a derrubar a mata para que mais alimentos
sejam produzidos e estes compensem aqueles perdidos
( não gostei dessa construção de estes/aqueles), tornando evidente que o desperdício deles provoca
diversos problemas sociais e ambientais. Melhore
esse trecho, Tulio!)
A (Introdução ficou
ótima mas apresenta falhas na construção. Não que eu tenha achado problemas
sintáticos mas sim expressões frágeis. Tente refazer isso, Túlio.
Contudo, essa
exploração irracional da natureza não significa diminuição no desperdício dos
alimentos. Não entendi. Muito deles serão ainda danificados durante o transporte em caminhões
os quais não seguem regras de segurança alimentar e serão armazenados em
ambientes onde a temperatura e a umidade não serão levadas em conta. Dessa
forma, por serem descartados no trajeto, farão falta àqueles que passam fome e
vivem em profundas condições de penúria, aprofundando a desigualdade social.
Bom argumento. Trecho bem escrito. E aí a abordagem é
pertinente à proposta. Afinal, o mau transporte dos alimentos corrobora o
desperdício.
Pode-se inferir, portanto, que grande
parte dos alimentos já são desperdiçados durante o seu transporte, devido a maus ( o contrário é bons cuidados. Se o contrário é ‘bom’,
teremos ‘mau’) a mal cuidados na
hora de armazená-los e manuseá-los. A fim de atenuar o problema no Brasil,
torna-se imperativo que o Ministério dos Transportes, em parceria com a
Embrapa, recrudesça a fiscalização sobre os caminhões e averigue se os
alimentos estão sendo transportados de maneira correta. Destarte, será possível
que o desperdício seja atenuado e o homem não precise explorar de forma tão
irracional os recursos naturais, enfraquecendo o ciclo.
Tulio, não é errado falar do problema ( gravíssimo) do transporte dos alimentos. Mas não era o foco da proposta.

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