Cultura de desperdício
MUITO BOM.
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ALGUNS DETALHES EM AULA
“Vivemos em
uma cultura de desperdício. A gente é irresponsável com muita coisa”, disse
Luciana Quintão – presidente da ONG Banco de Alimentos – ao deparar-se com a
imensa quantidade de alimentos jogada fora pelos brasileiros. Essa frase ilustra
bem o que ainda ocorre no 10º país que mais desperdiça comida do mundo: por
conta da falta de consciência dos prejuízos que o desperdício pode causar.s
brasileiros vivem em uma zona de conforto a qual os ilude de que não há o menor
problema em desperdiçar.
Essa zona de
conforto, a qual Luciana chama de “cultura de desperdício”, não acontece somente em casa, mas também, em
restaurantes ou, em lojas de comida. Seja em qualquer lugar, o brasileiro,
muitas vezes, coloca mais que o suficiente no seu prato e, após se satisfazer,
descarta o restante no lixo, cego do que
faz. Nesse sentido, ele não ajuda pessoas dependentes de doações as quais vivem em
condições de extrema penúria e fome, aprofundando a desigualdade social.
Ainda
que essa atitude provoque o desperdício, este também é causado, por problemas, durante o
transporte dos alimentos. Muitos deles são danificados, em caminhões, os quais
não seguem regras de segurança alimentar e são armazenados em ambientes, onde a temperatura e a umidade não são levadas em conta. Segundo a Embrapa,
cerca de 50% é desperdiçado, somente no manuseio e no transporte.
Pode-se
inferir, portanto, que o desperdício de alimentos é causado, principalmente,
pela falta de consciência do homem e, por falhas no transporte. A fim de
atenuar o problema, torna-se imperativo que o Ministério de Educação e Cultura
(MEC) promova palestras públicas, ministradas por nutricionistas que
desconstruam essa mentalidade – ou
cultura - do desperdício e ensinem como
evitá-la; assim como cabe ao Ministério dos Transportes recrudescer a
fiscalização sobre os caminhões e averiguar se os alimentos estão sendo
transportados de maneira correta. Destarte, o Brasil poderá diminuir o
desperdício e, assim, enfraquecer problemas de gravidade social, tais como a fome.

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