sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Tulio refez a dissertação sobre o desperdício de alimentos. Na anterior apenas mencionara o problema dos transportes como causa do tal desperdício. Será que deu certo agora?


                                         



Cultura de desperdício

MUITO BOM. AGORA FOI A SUA HORA E A SUA VEZ.
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    “Vivemos em uma cultura de desperdício. A gente é irresponsável com muita coisa”, disse Luciana Quintão – presidente da ONG Banco de Alimentos – ao deparar-se com a imensa quantidade de alimentos jogada fora pelos brasileiros. Essa frase ilustra bem o que ainda ocorre no 10º país que mais desperdiça comida do mundo: por conta da falta de consciência dos prejuízos que o desperdício pode causar.s brasileiros vivem em uma zona de conforto a qual os ilude de que não há o menor problema em desperdiçar.

      Essa zona de conforto, a qual Luciana chama de “cultura de desperdício”, não  acontece somente em casa, mas também, em restaurantes ou, em lojas de comida. Seja em qualquer lugar, o brasileiro, muitas vezes, coloca mais que o suficiente no seu prato e, após se satisfazer, descarta o restante no lixo, cego do que faz. Nesse sentido,  ele não ajuda pessoas dependentes de doações as quais vivem em condições de extrema penúria e fome, aprofundando a desigualdade social.

      Ainda que essa atitude provoque  o desperdício,  este  também é causado, por problemas, durante o transporte dos alimentos. Muitos deles são danificados, em caminhões, os quais não seguem regras de segurança alimentar e são armazenados em ambientes, onde a temperatura e a umidade não são levadas em conta. Segundo a Embrapa, cerca de 50% é desperdiçado, somente no manuseio e no transporte. 

     Pode-se inferir, portanto, que o desperdício de alimentos é causado, principalmente, pela falta de consciência do homem e, por falhas no transporte. A fim de atenuar o problema, torna-se imperativo que o Ministério de Educação e Cultura (MEC) promova palestras públicas, ministradas por nutricionistas que desconstruam essa  mentalidade – ou cultura -  do desperdício e ensinem como evitá-la; assim como cabe ao Ministério dos Transportes recrudescer a fiscalização sobre os caminhões e averiguar se os alimentos estão sendo transportados de maneira correta. Destarte, o Brasil poderá diminuir o desperdício e, assim, enfraquecer problemas de gravidade social, tais como a fome.


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