quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Mais uma correção do textos do Mack sobre as selfies. Victor.


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Selfies: ilusões do mundo contemporâneo

Bom o título!


Victor, você teve fôlego para refletir muito. Porém, as reflexões não tiveram a seu favor as palavras corretas.
O raciocínio, ainda que correndo em direção a boas ideias, não as atingiu.
Você é excelente pensador. Não quero que desista dos pensamentos! Prefiro que continue corajoso e se atire a eles em busca de uma redação mais genuína.
Desta vez, falhou. Haverá outras.
Parabéns, mesmo assim.
                                                          
Em sua obra “A Traição das Imagens”, o artista René Magritte revela a influência da representação e da imagem na formação de definições. As “selfies” são as imagens do individualismo da humanidade contemporânea. Elas, disseminadas pelas redes sociais, cultuam a figura de um usuário em um estado de felicidade permanente. Essa alegria invariável, porém, é utilizada para a autopromoção, na qual o usuário cultua uma “imagem” - alegre, divertida e eufórica. Porém, em oposição à face entusiasta,  tem-se noticiado uma disseminação cada vez maior de casos de depressão e de ansiedade. Dessa forma, enquanto de um lado, afirma-se uma realidade ilusória, do outro, sofre-se com essa /decisão???), embora a mesma ( não use ‘mesma’ para recuperar palavras anteriores)  não seja representada em suas “selfies”. 

No passado, as imagens foram fontes de demonstração dos sentimentos mais complexos do homem. Em “O Grito”, de Edvard Munch, a “selfie” ( mas não há selfie alguma pintada em O Grito!)pintada em um quadro é utilizada para denunciar o sofrimento daquele atual momento. No mundo contemporâneo, em contraposição, instaura-se uma falsa imagem - uma ilusão - de uma realidade feliz, na qual não há conflitos. ( Mas Victor, ainda continuam pintando quadros expressivos!) Essa dialética ( não vejo dialética alguma. Explique-me em aula), porém, não é verdadeira ( não cabe critério de verdade nesse caso. Ver em aula), afinal vive-se não só com diversas guerras “reais”, como na Síria, na Ucrânia, na Somália, etc, mas também, guerras “estruturais”, como a desigualdade social. Assim, o homem de hoje a partir de sua própria realidade, individualista, promove uma falsa sensação de alegria, enquanto não se superaM-se problemas atuais. ( Victor, você usou ideias boas mas elas não fazem um bom recorte da questão do narcisismo contemporâneo. Porque pense que o homem que hoje se exibe por meio das selfies não pode  ser o mesmo que se aliena dos problemas mundiais. Não se pode ‘cobrar’ de ninguém que se preocupe com os problemas mundiais. Creio que deveria ter-se atido à questão do narcisismo que é demonstrada por muitos teóricos. Bauman, por exemplo.
Você é muito bom. Não quero que perca essa coragem de avançar sobre pensamentos, de fazer relações entre pontos aparentemente harmônicos.  Vamos indo. No caso, agora, você errou. ).

Aos baterem as “selfies”, ( o que significa ‘baterem’ as selfies?) conflitam a realidade exposta nas mídias sociais - ilusória-  à sua ( sua de quem?) realidade real. Nessa oposição, porém, o homem contemporâneo sente-se vazio e distante dos ideias preconizados por essas mídias ( de que ideias está falando? Não entendi. O que a mídia preconiza?). Assim como afirma Sigmund Freud, em “O Mal Estar na Civilização”, o homem procura-se moldar-se à individualidade feliz, preconizada em torno da sociedade, do coletivo, do comum. Com isso, estabelece-se uma oposição: de um lado, a representação alegre do “eu”, do outro, o sentimento de vazio, de ilusão. Esse conflito promove um maior sentimento de inadequação e de conflito, promovendo novos casos de depressão e de ansiedade. Mas como você relaciona a selfie com o pensamento de Freud? Perceba, Victor, que ficou um parágrafo todo expondo o livro de Freud. Este precisaria estar relacionado ao tema. O leitor não pode inferir, ele quer clareza.
Arrume isso.

O ser humano é fruto de um conflito constante entre a euforia e a disforia. Nas “selfies”, porém, mostra-se uma única face do homem, divulgada amplamente nas mídias sociais. Assim, o homem, formado ( formado por conflitos? Escolhe outra palavra.) por seus conflitos, não se sente-se integralizado ao processo de uma ilusória alegria da sociedade ( Não ficou claro). Nesse conflito, assim, o homem vitimiza-se às vivencia (?)depressões e à ansiedades. No mundo contemporâneo, portanto, o ser humano não é mais fruto de um conflito e sim, de imagens, as quais a o traem.


QUER VER OUTRAS CORREÇÕES?
AQUI A DE PEDRO E A DE LEONARDO

http://conteudosdaredacaodovestibular.blogspot.com/2018/08/correcao-da-redacao-do-pedro-tema-as.html

http://conteudosdaredacaodovestibular.blogspot.com/2018/08/correcao-do-mackselfies-leonardo.html

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