CURSO DE FÉRIAS INTENSIVO, AINDA HÁ ESPAÇO.
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TAREFA: LEIA O TEXTO(ABAIXO) E REFAÇA A SUA REDAÇÃO PARA A NOSSA PRÓXIMA AULA.
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LEIA, STEPHANIE!!!
Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017#ixzz5KZIyNsbq
stest
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A proposta está aqui
Busque a proposta de redação ao pé da página.
Stephanie querida,
agora,
sim, o texto alcançou qualidade. Parece que vai ao encontro do tema. Mas
digo-lhe que ainda falou tocar – ao menos de leve – no que seja o discurso do
ódio. Perceba que você menciona isso, mas não fala exato o que seja.
E o
que é? Será que sabe? Reflita: por que é preciso domesticar a raiva com o
aprendizado da retórica? Porque o ódio explode. Mas por que o ódio está
explodindo nas redes sociais?
Percebamos
que você fala até nas fakes news ( bom!); no entanto, não demonstra, por exemplo, a violência verbal nas ofensas
xenofóbicas, machistas, sexistas. Em suma, você não demonstra o que é o tal discurso do
ódio, nem como ele se manifesta.
Coloquei
logo abaixo do seu texto um outro. É do GLOBO. Leia, e
encaixe uma explanação sobre o discurso do ódio que, nos últimos cinco ou seis
anos, passou a inflamar-se nas redes sociais.
Perceba
que você expôs bem a necessidade do aprendizado da arte de argumentar, isso foi supimpa!
Stephanie, não fuja aos assuntos que tem alguma dificuldade de aprofundar. Será que foi isso que a fez tangenciar o tal discurso?
PS: naõ vou dar nota ainda, mas penso que teria valido um notação se houvesse o abalizado completo.
As redes
sociais facilitaram a comunicação e o acesso às informações, além de promover
grande liberdade de expressão aos seus usuários. Uma vez que, ( vamos
estudar o uso da vírgula) não há como impor
limites
de expressão na web, este ( este quem?)
isso acaba abrindo brechas para atos imorais, tais como o
discurso do ódio. Tal O
discurso (do ódio )geralmente
resulta da incapacidade do indivíduo em formular uma justificativa inteligente
sobre sua opinião, o qual acaba sendo levado pela ira e frustração. Para que
isso não ocorra, deve-se valorizar o saber argumentar nas
redes sociais. Bom!
A argumentação não
se resume apenas à tentativa de convencer alguém, ela envolve um diálogo e o
respeito pela opinião do outro. Argumentar é colocar, "na mesa’’,( Use aspas
nas expressões conotativas, em especial, quando seu texto é voltado para a
denotação.) todas as premissas em questão e questionar, persuadir e
chegar a uma conclusão, de maneira lógica e construtiva junto ao interlocutor. Bom!
Desde a Antiguidade Clássica até os
dias de hoje, há assuntos
discutidos por filósofos, que ainda não foram
esclarecidos, mesmo assim, por estes acredita-se que o
fundamental vêm é buscando r sempre se
aproximar-se da verdade e questionando, inclusive, o que seja a verdade. Nessa busca, fica claro que , e a única maneira de organizar uma reflexão é é justamente por meio da argumentação lógica, ou seja, da retórica. ( Stephanie,
quando se trata de filósofos ou de filosofias, não podemos afirmar que assuntos
não foram esclarecidos. A função do filósofo nunca será esclarecer nada. Sua
busca é ir atrás das possibilidades. Você precisa começar a ter aula de
filosofia comigo. Vamos incluir isso nas aulas.
Uma vez que um
indivíduo domina a arte de argumentar, este ainda adquire um
espírito crítico, se tornando-se ( estude a ênclise) capaz de evitar
a alienação ideológica nas redes sociais e
ainda de
desenvolver proporciona
a habilidade em discernir conversas alheias e as “fakenews”. Teria sido bom expor sucintamente o que são as fake news! Mas foi bom ter mencionado isso! Legal!
Em suma, a
argumentação possui um papel fundamental nas redes sociais. A ausência do
conhecimento sobre a argumentação pode trazer consequências graves, como, por exemplo, levar
um indivíduo à prática do discurso do ódio. Foi visto ainda que uma pessoa que
sabe dialogar com o outro e ouvi-lo, possui um potencial maior de obter conhecimento
e torna-se mais apta intelectualmente diante dos ((((errôneos)))) equívocos e agressões verbais, presentes na redes
sociais. Boa
conclusão. Soube organizar bem o que foi exposto no corpo do texto. Ocorre que faltou a questão das agressões verbais, consequência do discurso do ódio. Cuidado com isso, cara garota.
THE END
.
- Na Sociologia e na Literatura, o
brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o
que acontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto
Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do
país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda, iniciativa
da agência nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter
e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo,
posicionamento político e homofobia. Foram identificadas 393.284 menções, sendo
84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação.
Como resultado do panorama político
gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso
debate nas redes, na maioria das vezes com xingamentos e discursos rasos, que
incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham
cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação
virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para
separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma
Rousseff.
O segundo tema com maior número de
mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que
lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes.
Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são,
por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando
no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas
49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com
viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência,
que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes
sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com
abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da
deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações.
Em números absolutos, o Rio de Janeiro
foi o estado onde mais citações sobre intolerância foram captadas, com 58.284,
à frente de São Paulo e Minas Gerais, que têm maior população. Em termos
relativos ao número de habitantes, o Distrito Federal lidera o ranking, com
11.986 citações para 2.914.830 habitantes.
— Ao contrário do que muita gente acha,
o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no
país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada — ressalta Bob Vieira, diretor
executivo da agência nova/sb. — As redes sociais fazem nada mais que amplificar
esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
AGRESSÃO INVISÍVEL
Vieira destaca que o levantamento captou
dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e
o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar
despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade,
mas não pelas vítimas.
— É quando a professora fala para a
aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa Família como
esmola — diz Vieira.
O racismo também tem forte presença nas
redes sociais brasileiras, com 17.026 menções, sendo 97,6% negativas. Casos
recentes de ataques a celebridades negras geraram repercussão na sociedade. Em
julho do ano passado, a apresentadora do Jornal Nacional Maria Júlia Coutinho
foi uma das vítimas. Após investigação, o Ministério Público de São Paulo
indiciou quatro homens por injúria e racismo. Em novembro do ano passado, o
alvo de comentários racistas foi a atriz Taís Araújo. Na semana passada os haters miraram
na cantora Preta Gil.
— Fiquei surpresa com uma premeditada
avalanche de comentários corrosivos, ofensivos e gratuitos que mostram como a
educação e os bons princípios estão perdendo a guerra para essa onda de ódio e
violência que estamos vivendo — diz a cantora, que levou o caso à Polícia
Civil. — Fiz a denuncia para mostrar que eu sou apenas mais uma a sentir na
pele esse ataque virtual. Ninguém quer ter a janela apedrejada. Nem o negro,
nem o branco, nem o gay, nem o gordo, nem o deficiente físico, nem a menina que
frequenta o candomblé.
O levantamento também mensurou a
intolerância pela aparência, homofobia, classes sociais, idade/geração,
religião e xenofobia. Mais que constatar a existência do preconceito nas redes
sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do
direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG
Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à
tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas.
— O direito à liberdade de expressão
não é absoluto, legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um
limitador da liberdade de expressão — avalia. — Mas cada caso deve ser tratado
de forma individualizada.
Essa é a mesma opinião de Lincoln
Werneck, do Instituto Coaliza. O especialista acredita em ações educativas e de
conscientização para reduzir a intolerância entre os internautas, que, se
apoiando no anonimato, expressam seus preconceitos:
— Internet não é terra sem lei. Se
houver interesse investigativo, os agressores serão identificados.
Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017#ixzz5KZIyNsbq
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