sábado, 12 de janeiro de 2019

UNICAMP. CARTA DE MOTIVAÇÃO. BOLSA PARA ESTUDAR EM OUTRO PAÍS.




                                                 PROPOSTA
CARTA DE MOTIVAÇÃO ( SE NÃO SOUBER FAZER, OLHE AO PÉ DA PÁGINA.)

Você é um estudante do último ano de universidade e resolveu  escrever uma carta de motivação para UM DOS PROGRAMAS  (escolha uma das três da coletânea) dispostos a patrocinar a vida alunos que desejem estudar fora do país.  Para fazer  a carta é a sua apresentação, seja convincente com o receptor do texto. Seu texto deve conter: a) uma sinopse ( lembre-se de que é bem curta) da sua biografia; b) causas que o motivam a deixar o país e estudar fora. Mostre conhecimento sobre o país para onde pretende migrar; c) exposição do porquê da área científica que pretende estudar.



TEXTO 1

Há no mercado estudantil diversos programas de bolsas de estudo para brasileiros interessados em estudar fora. Jovens em busca de vagas de trainee e estágio e grandes empresas e multinacionais, muitas vezes, são estimulados a buscar experiências internacionais para enriquecer o currículo obtendo mais bagagem cultural.
Juntos, apenas programas internacionais dos mais prestigiados de bolsas de estudo oferecidos pelos governos dos Estados Unidos e Reino Unido e já beneficiaram milhares de estudantes brasileiros. Governos da Irlanda e Nova Zelândia também têm programas de bolsas de estudo robustos que incluem brasileiros.

 TEXTO 2

Os processos seletivos variam, mas obviamente, a comprovação de domínio no idioma do país escolhido é sempre obrigatória.
A seguir confira como funcionam cinco opções de bolsas de estudo de graduação ou pós internacionais com inscrições já abertas ou que vão começar a receber candidaturas nos próximos meses:

1. Programa Líderes Estudar
Este é o programa oferecido pela Fundação Estudar, instituição criada por Jorge Paulo Lemann, o empresário mais rico do Brasil, e seus sócios Marcel Telles e Beto Sicupira. Existe há mais de 25 anos e as inscrições estão abertas até 26 de março.
As bolsas de estudo são dadas a jovens entre 16 e 34 anos que tenham resultados acadêmicos excelentes, já matriculados ou em processo de aceitação para graduação e pós em universidades internacionais. Não há uma área de formação específica privilegiada pelo programa, e também não é preciso ter histórico profissional de altos cargos.
A seleção é feita em 7 etapas, com testes de lógica, produção de vídeo em que o candidato conta sobre a trajetória e entrevistas presenciais ou por teleconferência.
Depois da entrevista de competências, há o convite para o painel com ex-bolsistas e nesse momento é feita mais uma rodada de perguntas sobre suas conquistas e planos.
A última fase tem a presença do conselho da fundação, incluindo os três fundadores. Os finalistas respondem a mais perguntas. Um dos principais requisitos é o nível de comprometimento com o Brasil. As inscrições são feitas pelo site da Fundação Estudar

2. Chevening
A bolsa é oferecida pelo governo do Reino Unido para profissionais interessados em cursos de um ano de mestrado em qualquer universidade do país. É preciso comprovar domínio de inglês com testes tradicionais como o IELTS, enviar diplomas, certificados e dar detalhes sobre a própria história.
Os candidatos também passam por etapas em que têm de relatar experiências de liderança, falar sobre networking e demonstrar proatividade. Também é necessário apresentar um plano de carreira e explicar por que as universidades britânicas foram escolhidas. As inscrições abrem em agosto e detalhes podem ser vistos no site da Chevening.

3. Fulbright
Promovido pelo governo dos Estados Unidos, o programa Fulbright beneficiou mais de 3,5 mil brasileiros. Tem bolsas de estudo para estudantes, para professores, pesquisadores e também profissionais.
Na primeira fase da seleção, documentos como histórico escolar e projeto de pesquisa, enviados durante o processo de inscrição são analisados. Na segunda etapa, as informações relatadas são checadas por acadêmicos de outras universidades. Entrevistas, presenciais, por telefone ou Skype, são feitas na terceira fase.
Interessados devem ficar atentos aos prazos de inscrição que variam entre maio e agosto deste ano. No site da comissão Fulbright no Brasil há detalhes.

Também são necessárias cartas de recomendação e essa é uma parte que requer cuidado com a escolha de quem vai recomendar o candidato.
As inscrições começam em abril e vale a pena ficar esperto ao fuso horário e, portanto, não deixar o envio da inscrição para o último dia. Mais detalhes no site do programa https://exame.abril.com.br/carreira/5-bolsas-de-estudo-que-levam-milhares-de-brasileiros-ao-exterior/
..............

COMO FAZER UMA CARTA DE MOTIVAÇÃO


LEMBRE-SE DE QUE COM ELA VOCÊ CONSEGUIRÁ BOLSA DE ESTUDO, VAGAS EM EMPREGO.

**** 

Dirigir a carta

A carta deve ser dirigida a alguém e não à empresa em geral (ex: Ex.mo Senhor Diretor de Recursos Humanos). O exemplo é genérico mas, se possível, a carta deve ser dirigida a uma pessoa específica. Pode inventar uma. Isso é só um exercício.

Comece escrevendo algumas das ideias principais – pontos importantes da sua trajetória e da sua personalidade que você não pode deixar de tratar na carta. Depois, você consegue desenvolver o texto a partir deles. Quer ver alguns exemplos?
  • Qual o seu objetivo? Deixe-o claro logo de início e então ofereça um resumo do que vem no restante da carta
  • Por que você acha que esta universidade e este curso são interessantes e apropriados para você?
  • Quais são seus pontos fortes? As experiências que lhe diferenciam? Organize os parágrafos do meio falando das suas qualificações mais importantes para o programa.
  • Como o curso vai ajudá-lo a chegar ao seu objetivo (o mesmo do primeiro parágrafo)? Conclua reforçando seu interesse no curso e agradeça a chance de se apresentar na carta.
Este é um esqueleto inicial. Fique tranquilo para reorganizá-los na estrutura que fizer mais sentido para a sua história.
Personalize sua Carta de Motivação
Ofereça insights sobre quem você é como indivíduo. Lembre-se que é um documento muito pessoal, e espera-se que você consiga demonstrar ser diferente dos outros candidatos, e provar que suas qualidades, habilidades e qualificações são adequadas para participar do programa.
Exemplos podem ser úteis, como referência, mas jamais copie cartas de recomendação de outras pessoas. Tente ser autêntico! Além disso, não se vanglorie demais. Ninguém espera que você seja um super-herói, mas sim uma pessoa coesa, objetiva e realista.https://www.estudarfora.org.br/como-escrever-uma-boa-carta-de-motivacao/





aulas particulares de redação ( literatura, filosofia, interpretação de textos). TODOS OS VESTIBULARES E CONCURSOS.




REDAÇÃO UNICAMP. PANFLETO. TEMA: QUESTÃO INDÍGENA

                     PROPOSTA


Você é um estudante da Unicamp e foi convidado pelo Grêmio Estudantil para fazer um panfleto para distribuir aos estudantes da universidade. Leia os textos abaixo e, a partir deles, escreva um texto, convidando a todos para a palestra sobre a questão dos índios. Seu texto deve conter: a) uma explanação sobre os direitos os índios que se mostram ameaçados; b) a importância de comparecimento à palestra na Unicamp c) a data e só alguns tópicos importantes da palestra.


DICAS DA ROSE
SOBRE O PANFLETO

Não tem como criar um panfleto sem seduzir as pessoas. Use o tom persuasivo, ou seja, o conativo, expondo a relevância do seu tema. O texto é breve pois ninguém para muito tempo para ler panfleto. Por isso, seja objetivo e fale sem rodeios.
Use linguagem mais coloquial mas não exagere.

Texto 1

Há 30 anos foi promulgada a Constituição brasileira hoje vigente. Conhecida como “Constituição Cidadã”, seu principal mérito foi ter ampliado direitos individuais e coletivos num contexto de abertura do país para o regime democrático. Dentre os muitos avanços em relação aos direitos fundamentais, destaca-se o capítulo “Dos Índios”, que reconhece aos povos indígenas a legitimidade de suas diferentes organizações sociais e tradições culturais, além de seus direitos originários às terras que tradicionalmente ocupam. Hoje, os direitos por ela garantidos têm sido alvo constante de ataques e questionamentos, provindos do agronegócio, mineradoras e grandes projetos de desenvolvimento econômico. Este Fórum tem como proposta reunir, por um lado, pessoas que desempenharam papéis importantes na elaboração do capítulo “Dos Índios” e, por outro, os protagonistas da atual luta pela manutenção desses direitos face às diversas ações contemporâneas que visam a reduzi-los.https://www.foruns.unicamp.br/eventos/30-anos-da-constituicao-e-o-capitulo-dos-indios-na-atual-conjuntura

Texto 2

O ano 2018 apresenta-se como extremamente perigoso e desafiador para os povos indígenas no Brasil. Os assassinatos dos professores  Marcondes Namblá Xokleng, a pauladas, e Daniel Kabinxana Tapirapé, apedrejado, nos estados de Santa Catarina e Mato Grosso, respectivamente, no mês de janeiro,  e a queima da base de proteção na terra indígena Karipuna, em Rondônia, e o despejo extrajudicial com práticas de tortura contra famílias do povo Kaingang, pela polícia militar do Rio Grande do Sul, em fevereiro, dão mostras inequívocas de que o patamar de violências e violações contra os povos, seus membros e seus direitos, alcançou um nível de envergadura insuportável no país.
Embora distantes uns dos outros, os casos acima referidos estão intimamente ligados ao mesmo fio condutor das ações antindígenas em curso e, infelizmente, tudo leva a crer que não serão os únicos em 2018. Temos alertado, insistentemente, acerca da existência e implementação de uma estratégia anti-indígena no país por parte de setores do Capital, nacional e transnacional, que atuam no campo brasileiro, que se beneficiam e fortalecem, cada vez mais, o modelo do agronegócio Brasil afora. Tais setores do Capital, com seus rígidos tentáculos, se apossaram e dominam poderes do Estado brasileiro, fazendo do mesmo um apêndice de seus interesses privados sempre mais privilegiados e protegidos.https://cimi.org.br/2018/02/2018-estrategia-anti-indigena-na-fase-da-barbarie-racionalizada-no-brasil/


Texto 3
Programação

Manhã
8h30 – Credenciamento
9h – Abertura
9h30 – Conferência: Há 30 anos: a mobilização indígena e a definição do programa mínimo
Palestrante: Ailton Krenak (Fundador do Núcleo de Cultura Indígena, em 1985, da União das Nações Indígenas (UNI), em 1988, e da Aliança dos Povos da Floresta, em 1989).
Mediação: Camila Loureiro Dias (Unicamp)
10h30 – Coffee break
10h45 – De fora e de dentro da Assembleia Nacional Constituinte: questões, polêmicas e negociações na definição dos direitos indígenas
Manuela Carneiro da Cunha (Antropóloga, uma das fundadoras da Comissão Pró-Índio, a qual presidiu entre 1979 a 1981. Foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), entre 1986 e 1988, período durante o qual teve atuação importante no grupo de trabalho que informou e acompanhou a discussão na Assembleia Constituinte)
José Carlos de Sabóia Magalhães Neto (Foi deputado federal pelo Maranhão na Assembleia Nacional Constituinte, integrando, como titular, a Subcomissão de Negros, Populações Indígenas, Pessoas Deficiente e Minorias, da Comissão da Ordem Social)
Mediação: Marta Amoroso (USP)
12h00–14h00 – Almoço
Tarde
14h00 – Hoje: as ameaças e a mobilização indígena e da sociedade civil
Samantha Ro’otsitsina de C. Juruna (Mestre em Desenvolvimento Sustentável, é articuladora política e secretária da sua organização de base Namunkurá Associação Xavante NAX)
Luiz Henrique Eloy Terena (Assessor jurídico da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB)
Fabiane Medina da Cruz (AVA-Guarani, mestre em Sociologia UFGD, doutoranda em Ciência Política no IFCH Unicamp, pesquisa feminismo indígena)
Mediação: Artionka Capiberibe
15h30 – Coffee break
16h00 – Debate e encerramento

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

REDAÇÃO DA UNICAMP. SÍNTESE. TEMA: O ASSASSINATO DE MANCHINHA


Você integra um grupo de alunos ativistas pela causa animal. Você ficou responsável por elaborar uma síntese, escrita em registro formal,  sobre o tema maus-tratos aos animais no atendimento à saúde. As fontes para escrever a síntese são os textos 1 e 2.
Seu texto deverá contemplar: a) a legislação protetora; b) o assassinato de Cachorra analisado pela revista Exame; c) as relações possíveis entre o dado objetivo da lei e a crítica da revista.

DICAS

Síntese, gênero que resulta da integração de informações de um ou vários textos e no qual é preciso marcar de onde vieram os dados utilizados.

Mais dicas sobre a síntese? Veja ao pé da página.




TEXTO 1

Maltratar animal é crime?
Sim, previsto em lei federal.
De acordo com a Constituição, pessoas físicas ou jurídicas que adotam condutas consideradas lesivas ao meio ambiente devem sofrer sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.
A Constituição determina o dever do Poder Público de proteger a fauna e de coibir os atos que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.
O que diz a lei?
A lei define o crime de maus-tratos da seguinte forma:
“Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos".
Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Qual é a punição?
A pena para maus-tratos a animais é de três meses a um ano de prisão e multa. Em caso de morte do animal, a punição pode ser aumentada de um sexto a um terço.
Entretanto, segundo o MP, por ter pena baixa, o crime não recebe como regra a privação de liberdade. São impostas penas alternativas, como por exemplo: multa, prestação de serviços à comunidade, dentre outras.
Na prática, é comum a obrigação de entrega de cestas básicas a entidades com finalidades públicas, a serem designadas pelo juízo. Sugere-se que a proposta seja revertida à defesa animal e para tanto, a prestação de serviços à comunidade, bem como a imposição de entregas de valores sejam destinadas a entidades de defesa animal, o que exige que estas sejam devidamente cadastradas perante o juizado especial criminal.

Como denunciar um caso de agressão contra animais?
Alguns municípios possuem delegacia especializada na defesa animal, como é o caso das cidades de São Paulo e Campinas, por exemplo. Em São Paulo, é possível fazer a denúncia pelo computador.
A DEPA (Delegacia Eletrônica de Proteção Animal) é um serviço via internet para denúncias de crimes ocorridos no Estado de São Paulo. É necessário identificar-se para fazer a denúncia e o sigilo dos dados serão preservados se optar pela privacidade no momento do cadastro da denúncia.
Também é possível registrar a ocorrência pelo 0800 600 6428.
De todo modo, as denúncias de abuso ou maus-tratos contra animais devem ser comunicada à polícia, que deverá apurar o caso.
Tanto a Polícia Militar, como a Polícia Ambiental, poderão ser acionadas.
Na hipótese de a autoridade policial injustificadamente se recusar a registrar a ocorrência, o cidadão deverá procurar o Ministério Público para noticiar o fato.
O caso também pode ser encaminhado ao Promotor de Justiça, independentemente do denunciante ter comparecido ao Distrito Policial.
Se a infração tiver sido cometida por adolescente, o denunciante poderá dirigir-se à Delegacia de Polícia ou, ainda, ao Conselho Tutelar ou ao Promotor da Vara da Infância e Juventude para comunicar o fato.
Ao procurar o Promotor de Justiça, o cidadão deverá descrever o fato e indicar todas as provas que tiver. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/12/06/maus-tratos-contra-animais-e-crime-saiba-como-denunciar.ghtml

TEXTO 2

São Paulo – O caso do cachorro morto em uma unidade do supermercado Carrefour gerou revolta e deixou marcas na imagem da empresa. Como se não bastasse, a reação da companhia ao episódio agravou ainda mais a crise e mostrou a falta de treinamento de sua equipe, segundo especialistas ouvidos por EXAME. 
Um segurança terceirizado agrediu um cachorro na unidade paulista do Carrefour em Osasco, no dia 28 de novembro. O Centro de Zoonoses foi chamado e o animal desmaiou durante sua remoção. As agressões foram filmadas por testemunhas. No dia 5, o Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civilpara apurar o caso de agressões e maus-tratos.
Desde o ocorrido, o Carrefour divulgou algumas notas com seu posicionamento. Em uma das primeiras, disse que “um funcionário de empresa terceirizada tentou afastá-lo da entrada da loja e imagens mostram que esta abordagem pode ter ocasionado um ferimento na pata do animal”.
Afirma também que procurou o Centro de Zoonoses da cidade. “O Centro de Zoonoses de Osasco foi acionado por diversas vezes, mas não recolheu o animal”. Quando os funcionários do centro chegaram, a companhia disse que “o cachorro desfaleceu em razão do uso de um enforcador, tipo de equipamento de contenção”.


A primeira atitude do Carrefour foi a pior possível”, afirma Fred Lúcio, antropólogo da ESPM. “Transferiram a responsabilidade para o funcionário terceirizado e para o centro de zoonoses”, diz.
Além disso, a empresa demorou alguns dias para responder e seu primeiro posicionamento foi recheado de frases prontas, analisa Marcos Hiller, diretor da True Stories, consultoria de posicionamento de marcas. “A empresa pecou no tempo de resposta”.
A companhia, mais tarde, soltou um novo posicionamento. “O Carrefour reconhece que um grave problema ocorreu em nossa loja de Osasco. A empresa não vai se eximir de sua responsabilidade. Estamos tristes com a morte desse animal. Somos os maiores interessados para que todos os fatos sejam esclarecidos. Por isso, aguardamos que as autoridades concluam rapidamente as investigações. Desde o início da apuração, o funcionário de empresa terceirizada foi afastado. Qualquer que seja a conclusão do inquérito, estamos inteiramente comprometidos em dar uma resposta a todos. Queremos informar também que estamos recebendo sugestões de várias entidades e ONGs ligadas à causa que vão nos auxiliar na construção de uma nova política para a proteção e defesa dos animais”.
Para Lúcio, essa última resposta é a mais correta e deveria ter sido a primeira reação. “A empresa precisa se responsabilizar e se desculpar de forma preventiva”, diz. Mas, para ele, a empresa também deveria conduzir sua própria investigação interna e cumprir as medidas administrativas. 


MAIS DICAS SOBRE A SÍNTESE ( QUE TAL ESTUDAR O RESUMO QUE É DIFERENTE DELA?

Você se identifica com esse tipo de situação? Se a resposta for sim, preste atenção nas nossas dicas para diferenciar resumo, resenha, síntese e sinopse.
Vamos começar pelo resumo.
O resumo é a exposição abreviada de uma sucessão de acontecimentos, das características gerais de alguma coisa, tendente a favorecer a sua visão global. Aqui, não se pode opinar sobre o texto. Nada de comentários do tipo “gostei!”, “é de agradável leitura!”. Seja objetiva e breve.
Resumir ou contrair um texto obedece a certas regras. Um esquema aceitável seria:
1. Segmentação – selecionar as frases, expressões ou palavras mais importantes do texto, isto é, aquelas que contêm as ideias significativas sem as quais o texto seria ilegível;
2. Agrupamento – analisar os segmentos de significado e agrupá-los por conjuntos que possuam uma lógica semântica entre si;
3. Hierarquização  – fazer um plano esquemático com os segmentos de significado, hierarquizando-os e distinguindo as partes em que o texto eventualmente se divide.
E a sinopse?
As únicas diferenças entre resumo e sinopse dizem respeito ao local de ocorrência e à pessoa que os redige: o resumo aparece em publicação à parte e é redigido por outra pessoa que não o autor do trabalho resumido; a sinopse é uma visão de conjunto redigida pelo autor, ou por um redator da revista ou livro periódico onde sai o trabalho, e é geralmente posta entre o título e o texto.
Síntese.. outro parente próximo!
A principal diferença entre a síntese e o resumo, do ponto de vista narrativo, é a de a primeira não se compor de elementos e o segundo ser uma composição de elementos-chave. O resumo tende também a ser mais longo, em relação ao texto original, do que a síntese, que deve limitar-se estritamente ao essencial e insubstituível. Um resumo pode ser inclusive uma composição de sínteses.
E agora, a mais famosa no meio acadêmico: a resenha.
Diferencia-se dos demais por ser  um resumo crítico que obriga a apresentar juízos e comentários pessoais a par da descrição objetiva do texto recenseado. Ou seja, na resenha, o autor tem liberdade para opinar e argumentar, expondo seu ponto de vista sobre o conteúdo resenhado. Argumentativo, este tipo de texto permite que o autor evidencie outros conhecimentos que possa ter acerca do tema principal. http://www.supersecretariaexecutiva.com.br/cultura/lingua-portuguesa/resumo-sintese-sinopse-e-resenha-e-tudo-igual

AULA DE REDAÇÃO PARTICULAR. ROSE MARINHO PRADO.

FONE FIXO 11 32713311
ON LINE OU PARTICULAR ( LIBERDADE/SP/SP)

FILOSOFIA/LIVROS DA FUVEST/UNICAMP E OUTROS.
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO/ GRAMÁTICA NORMATIVA/LINGUÍSTICA.
REVISÃO DE TESES.
AULAS DE ORATÓRIA E TEATRO.
INFORME-SE AQUI TB
https://www.facebook.com/aula.de.redacao.online/?eid=ARB89kAegWrEfHNzMZ08Ae-bUqvNAUJ-DVKtLcThtZQQjH9Cl6BuBAUF44J4FAjV2rYm569YcRs_uf-Y